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Passar um dia no Dodedrak Monastery não é turismo. É suspensão.

Antes da aurora, o sino acorda o corpo. A meditação acontece à luz de velas. A mente entende: não estou mais no mundo de antes.

No Dodedrak, tudo é prática.

Varre-se o chão como quem recita um mantra.

Nada é mais importante do que nada.

A tarde se abre em caminhadas silenciosas pelas trilhas suspensas. O vale abaixo ensina sem palavras:

nada é fixo. Tudo é passagem.

À noite, os cantos graves criam um campo onde o pensamento repousa. Três estados se instalam:

claridade, leveza e veracidade.

Nada precisa ser feito.

Algo se alinha por dentro.